YouTube And Latin America Are Taking Over The World

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Unless you have been on Mars for the last couple of days you will have seen the news that Luis Fonsi’s ‘Despacito’ has become the most streamed track in history with 4.6 billion streams. The figure includes a couple of versions of the track (ie the one include a certain Justin Bieber) but is an impressive tally nonetheless. The landmark raises 2 key trends:

  1. The role of the Latin American market
  2. The role of streaming

Latin Takeover

On the first point, Latin America is becoming a streaming powerhouse. This is a trend we have long anticipated at MIDiA and it is why we have a Latin American analyst (Leo Morel in Brazil) and have been fielding consumer surveys in the region since we launched the company. ‘Despacito’ is not an isolated event. For example, Shakira’s ‘Chantaje’ became the first Latin American Spanish language track to reach 1 billion views…

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Change Is Afoot In Music Video

Music Industry Blog

Music video’s two power players are both in the news for strategic resets. On the one hand YouTube has announced that it is merging its YouTube Music and Google Play Music teams while on the other hand Vevo has announced it is postponing the launch of its subscription service in favour of prioritising global expansion. These are both important developments in their own rights but together form part of a changing narrative for music video.

Music video is streaming music’s killer app. According to MIDiA’s latest consumer survey, 45% of consumers watch music videos on YouTube or Vevo every month, while 25% of consumers use YouTube for music every week (more than any of the streaming audio services). So what YouTube and Vevo do has real impact.

YouTube Is Where Google Is Placing Its Music Bets

YouTube’s merging of teams is not a huge surprise. It always appeared overkill…

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Quick Take: A Big Deal Benefits Both Sprint And Tidal

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News just emerged that SoftBank owned Sprint has acquired a 30% stake in Tidal, reportedly for $200 million against a valuation of $600 million. The valuation seems on the high side, but a big ticket investment works well for both parties.

According to MIDiA’s latest survey data from December 2016, just 2.7% of consumers in the US, UK, Australia and Canada use Tidal weekly (and that’s probably over reporting). Subscriber wise Tidal had 1 million subscribers at the end of 2016, just 1% of the global subscription market. (Although Tidal has published numbers suggesting it is closer to 4 million, those numbers are not commercially active subscribers but instead ‘users’ and trialists). Tidal is a small player in the global streaming subscription market. So why would Sprint / SoftBank a) want to invest in a small player and b) pay so much?

Making A Small Partnership Bigger

As we discussed…

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Why Apple Music Matters So Much To Apple

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Apple today announced a much anticipated refresh to Apple Music at its WWDC event. Apple Music has found itself at the centre of long running criticism from many parts due to its perceived product weaknesses. This is the bar against which Apple is measured. It has spent years building a well earned reputation for high quality products so its users understandably measure its services by the same standards. Apple Music was a highly ambitious version 1.0 that has since been iterated to iron out user journey kinks. Now today’s feature announcements look set to move Apple Music onto its next stage.

Being An Early Follower Requires Super High Standards

As an early follower rather than a leader Apple always sets itself the challenge of being measured against incumbents that have had years to refine their product offerings. With hardware, Apple normally meets and exceeds those standards. With Apple Music it…

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Serviços sob demanda estão reduzindo o download ilegal

Serviços sob demanda estão reduzindo o download ilegal

O que é mais cômodo para buscar um filme na internet: vasculhar a rede atrás do arquivo em algum site ilegal, fazer o download no formato adequado e depois procurar a legenda ou pagar um serviço de vídeo sob demanda?

O mesmo para a música: arriscar baixar um arquivo de baixa qualidade ou assinar algum dispositivo de streaming, que executa canções on-line?

A comodidade pode explicar por que o download ilegal de séries, filmes e músicas tem caído no mundo todo conforme cresce o uso de Netflix, Spotify, Deezer e outras plataformas que oferecem grande acervo de obras ao custo de uma mensalidade.

Aumento do uso de streaming pode estar reduzindo download ilegal no mundo

Não há dados mundiais sobre a queda da pirataria nos últimos cinco anos, período em que serviços de streaming se popularizaram. Mas pesquisas regionais reforçam a tendência em diversos países.

Na Noruega, uma das pioneiras no uso de smartphones e onde a internet é usada por 95% da população, a proporção de jovens com menos de 30 anos que afirmam baixar arquivos ilegais caiu de 80% para 4% entre 2009 e 2014.

No Brasil, que aderiu mais tarde a essas plataformas, houve queda do download ilegal –no caso, na música.

A proporção de pessoas que baixam canções piratas é 36% menor entre quem usa streaming se comparado a quem não usava, segundo levantamento da Opinion Box, plataforma de pesquisa de mercado que ouviu 1.112 pessoas a pedido do Comitê de Desenvolvimento da Música Digital, formado por Deezer, Google, Napster, Rdio e Spotify.

“A comodidade ajuda a explicar essa queda”, diz Leonardo Morel, professor de novas mídias na FGV e pesquisador do impacto da tecnologia na música. “Quem baixa às vezes acaba tendo a dor de cabeça de pegar vírus, de fazer o download do arquivo errado. O streaming facilita.”

TRÊS RAZÕES

A explicação passa pela facilidade e vai além, na opinião de Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio e colunista da Folha. “O consumidor digital quer preço compatível, catálogo amplo e praticidade. O streaming resolve um pouco o primeiro, está começando a resolver o segundo e resolve completamente o terceiro.”

Em 2012, o sistema de buscas do Google passou a retirar de suas primeiras páginas os resultados de pesquisas sobre conteúdo não licenciado. Isso também contribuiu para dificultar o download ilegal, segundo os especialistas.

“Mas ele não vai deixar de existir”, ressalva Mariana Giorgetti Valente, coordenadora de pesquisa do Internet Lab, que estuda direito e tecnologia. “Se um artista quer fechar acordo com um serviço de streaming e não com outro, nada impede que o usuário deste último vá baixar o conteúdo não licenciado.”

A pesquisadora aponta que embora os serviços de música digital vivam boa fase no Brasil, onde já respondem por 37% da receita da indústria fonográfica, o país tem gargalos: a má qualidade dos planos de banda larga, que comprometem a velocidade do streaming, e o baixo uso do cartão de crédito, meio que banca esse tipo de serviço.

Embora haja sinais de algum declínio da ilegalidade no campo da música, o Brasil continua líder mundial em pirataria de séries de TV. Relatório da empresa antipirataria Excipio mostrou que em 2014 os brasileiros fizeram 28,4 milhões de downloads ilegais.

Um relatório da ONG Digital Citizens Alliance, divulgado no começo do ano, mostra também que a pirataria está migrando: dos arquivos baixáveis justamente para o streaming ilegal.

Colaborou GIULIANA DE TOLEDO

Revolução: música na era digital

27/04/2015 – 10h59 – Publicado em 27/04/2015
Autor: Leandro Reis | lsreis@redegazeta.com.br

Serviços de streaming crescem, mas com eles aumenta o debate sobre direitos autorais

FrejatServiço periférico quando a pirataria lotou a internet de músicas para download, o streaming, que oferece a audição paga e direta pela internet, vem finalmente crescendo no Brasil. A ferramenta tem a vantagem de combater o compartilhamento ilegal, visto que rende direitos autorais, além de permitir que o usuário ouça discos inteiros de maneira confortável, via smartphones e tablets, por exemplo, sem a necessidade de baixar o CD.

As novas tecnologias vêm dando fôlego ao combalido mercado fonográfico. De 2013 para 2014, a venda de música digital subiu 53,6%, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD). Já o mercado físico continua em declínio: as vendas de CDs, DVDs e Blu-Rays caíram 15,44% em 2014, segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI). Hoje, a renda oriunda do digital compõe 48% do mercado brasileiro.

Apesar do crescimento, os serviços de streaming, como Deezer, Spotify e Rdio, estão cercados de problemas. Um deles é o pagamento de direitos autorais aos artistas, tema que teve grande repercussão recentemente. No Brasil, a Google está há 27 meses sem repassar o dinheiro aos músicos devido a um impasse com a União Brasileira das Editoras de Música (Ubem). A verba é relativa a exibições do YouTube, muito usado no Brasil para escutar música.

“Até hoje, apesar de muito da minha produção estar no YouTube, não tenho notícia de nenhum pagamento de direitos”, diz Jards Macalé, em entrevista ao C2. O compositor é personagem importante no debate desde os anos 1970 – ele constituiu o Sombrás, que veio a compor a assembleia geral do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad).

tidal
O imbróglio vai além. Os artistas argumentam que os serviços pagam pouco, e que nem todas as empresas divulgam informações sobre execuções e faturamento. Foi justamente com foco em remunerar de forma justa os artistas que o rapper Jay Z lançou, em março, sua própria plataforma de streaming, o Tidal, que ganhou a adesão de nomes de peso como Kanye West, Beyoncé, Rihanna, Madonna e Coldplay.

No Brasil, dois times estão na dianteira: o Grupo de Ação Parlamentar Pró-Música (GAP), que abriga músicos como Frejat e Leoni, e o Procure Saber, com Caetano Veloso, Lenine e outros. Os músicos estão articulados com o Ministério da Cultura (MinC) para intervir na negociação entre Google e Ubem.

Um artigo que deu densidade ao debate foi “Precisamos falar sobre o streaming”, em que Carlos Taran, empresário de Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), explica que as empresas de streaming repassam uma boa parte do faturamento para os artistas – 70%. No entanto, como atestam os autores, a equação é nebulosa, seja a respeito da quantidade de execuções, seja sobre o faturamento total da empresa.

Royalties

Para Carlos Taran, a divulgação dos valores é “uma questão de tempo”, visto que o mercado digital no Brasil está em fase inicial. A conversa principal, segundo ele, deve ser entre artistas e gravadoras, a fim de uma redistribuição de royalties mais justa. “As gravadoras estão ficando com a maior parte do bolo”, diz. “Quando se trata de contratos para sincronização de músicas em filmes ou comerciais, já existe a opção de dividir os royalties em 50/50. Portanto, existem antecedentes para uma distribuição mais justa.”

Enquanto isso, a maior parte da receita de artistas continua saindo de shows, e não da venda de seus discos – seja por meio digital, seja em formato físico. Segundo Leo Morel, professor de Cultura e Novas Mídias da FGV-Rio, o streaming é mais importante como promoção. “Ele permite um acesso fácil a um acervo global de música. Gera pouco dinheiro aos artistas? Sim, mas já é um começo. Se observarmos que o consumidor brasileiro vem optando aos poucos por voltar a pagar pelo acesso à música, o futuro pode ser promissor ao mercado”, diz o professor, que chama a atenção para a baixa qualidade da conexão à internet como complicador.

Texto original publicado em http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2015/04/entretenimento/cultura_e_famosos/3895494-revolucao-musica-na-era-digital.html

Music Business Innovation Lab: Transmedia Collaborations for Executives

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Program Information

The program of study has been designed specifically for international music and media business executives, with a curriculum grounded in guided practice and critical theory that interweaves music, business, innovation and new media. Participants will work closely with FGV and NYU faculty, guest speakers, and each other to debate and discuss such questions as:

  • what are the most significant social, cultural, technological and economic changes taking place that today’s executive must be aware of?
  • what do fans, customers, sponsors and other stakeholders expect from the cultural and creative industries in the coming years?
  • how should the various value propositions of transmedia exploitation be compared and differentiated?
Who is it for?

The Music Business Innovation Lab has been designed for music and media industry executives with 3-8 years of experience. The program aims to develop participant’s capabilities in such areas as:

  • working across technological and cultural boundaries
  • exploring emergent platforms and media formats
  • analyzing the trends underlying evolving models for music in a transmedia context
  • developing business models and strategies with clear value propositions and potential.
Syllabus

Music Business Innovation Lab syllabus

Course Description:
This week-long intensive program is positioned at the intersection of several overlapping areas of study dealing with emerging business models and international markets for music and media. It examines existing and emergent strategies for designing hybrid business models to manage the dispersal of content across multiple platforms, including interactive websites, smartphone and tablet apps, social video games, music and video streaming services, live performances, and others on the horizon such as virtual and augmented reality. Participants will work in mixed teams to design improvements or innovations in their existing business models.

The program of study has been designed specifically for international music and media business executives, with a curriculum grounded in guided practice and critical theory that interweaves music, business, innovation and new media. Participants work closely with FGV and NYU faculty, guest speakers, and each other to debate and discuss such questions as:
— what are the most significant social, cultural, technological and economic changes taking place that today’s executive must be aware of?
— what do fans, customers, sponsors and other stakeholders expect from the cultural and creative industries in the coming years?
— how should the various value propositions of transmedia exploitation be compared and differentiated?

Required Reading:
Henry Jenkins, Sam Ford, and Joshua Green. Spreadable media: Creating value and meaning in a networked culture. New York: New York University Press, 2013, hardcover, (352p) ISBN 978-0814743508.
Nuno Bernardo. Transmedia 2.0: How to Create an Entertainment Brand Using a Transmedial Approach to Storytelling. Beactive Books, 2014, paperback, (162p) ISBN-13: 9781909547018

Daily schedule

9am-10:15am — Instructor presentation
10:30am-12pm — Trends and tools
12pm-1:30pm — Lunch
1:30pm-2:15pm — Guest speaker
2:30pm-4pm — Innovation Lab teamwork sessions
4pm-5:30pm — Pitches, guests and site visits

Day 1 (Mon July 20) — Context
Focus: What are the most important changes in society, technology, media formats and cultural forms, and economics in contemporary world and near future?
Instructor Presentation: Transmedia and emerging interactive technologies and opportunities (Prof Howard-Spink)
Tools: Spreadable Media and Transmedia Value Networks. (Prof D’Ipolitto)
Guest speaker: Prof Catherine Moore, NYU Music Business
Innovation Lab teamwork: Teams first meet and get to know each other.
Extra guest speaker: Transmedia executive TBD (4-5pm).
Discussion and feedback (5-5:30pm)

Day 2 (Tue July 21) — The Public
Focus: What do fans, customers, consumers, sponsors and partners expect from culture and creative businesses?
Instructor presentation: Millennials, women, kids, the elderly, other (Prof Morel).
Tools: Understanding your customers (speaker TBD)
Guest speaker: Prof Larry Miller on data analytics
Innovation Lab teamwork:
Site visit: Transmedia firm

Day 3 (Wed July 22) — Value Design
Focus: Exploring and comparing value attributes and differentiators using value benchmarking models.
Instructor presentation: Transmedia business cases (Profs Howard-Spink and Morel).
Tools: Transmedia value design (Prof D’Ipolitto)
Guest speaker: TBD
Innovation Lab teamwork:
Pitch rehearsal

Day 4 (Thur July 23) — Business Models
Focus: Designing a business model as a set of hypotheses about value creation and appropriation.
Instructor Presentation: Hybrid Business Models (Prof Howard-Spink)
Tools: Designing Transmedia business ecologies (Prof D’Ipolitto)
Guest Speaker: Prof Larry Miller on Lean Launchpads
Innovation Lab teamwork:
Site visit: Transmedia firm

Day 5 (Fri July 24) — Pilot Design
Focus: Testing business model hypotheses and launching product/service
Instructor Presentation: TBD
Tools: Applying the Lean Launchpad model
Guest speaker: TBD
Innovation Lab teamwork:
Final Pitch

Apply now: http://steinhardt.nyu.edu/global/music_business